Como falei, depois de 1 mês, F. deu sinal de vida. E aí entra "aquelas viradas de destino". Ela decidiu que não iria voltar ao Marrocos, independentemente do que acontecesse. Decidiu tomar alguns riscos e apostar na sorte.
Não apareceu no aeroporto no dia combinado, ficou na casa de uns amigos por umas 2 semanas. Em Dubai há todos os tipos de casa noturna com músicas para todos os gostos e F. aproveitava bem todas as baladas. Em uma noite conheceu um homem mais velho e, claro, cheio da grana. Começaram a sair e depois de 10 dias sua vida já voltava à uma certa normalidade, ou melhor dizendo, sua vida estava até melhor que antes.
O novo parceiro era tão influente que intercedeu junto ao Hotel, conseguiu pegar o passaporte de F., arrumou para ela um emprego em um renomado banco (praticamente deu um jeito de sua ficha suja ser ignorada) e abriu as portas de sua casa. F. passou a morar em uma mini-mansão em Dubai, com todas as contas pagas e mordomias mil.
Fiquei eu pensando "Ri melhor quem ri por último", "Um dia é da caça, outro do caçador" ou "Amor é bom, mas melhor ainda é ter prosperidade na vida"?
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário